Arquitetura e Escala
Construir para a complexidade que vem com o crescimento.
Escala não é só volume. É o que acontece com o custo, com a falha e com o número de times quando o volume chega.
Quando crescer sai mais caro do que valeu crescer.
O pico derruba tudo, e o pico é previsível
Black Friday e folha de pagamento estão no calendário, e mesmo assim chegam como surpresa.
Dobrar o volume dobrou a conta
Quando o custo cresce na mesma proporção da receita, escalar deixa de ser vantagem.
O banco virou o gargalo de tudo
Todo caminho passa pelo mesmo lugar, e é ele que define o teto do sistema inteiro.
Um time espera o outro para entregar
Escala de time é escala também, e ela trava no mesmo ponto que a técnica.
O que essa frente decide.
Sistemas distribuídos
Distribuir troca um problema por outro: some o gargalo único, aparecem consistência e ordem. Distribuir sem escolher qual troca fazer é distribuir a esmo.
Performance
Medir onde o tempo é gasto antes de otimizar. A maior parte do ganho costuma estar em um lugar que ninguém suspeitava.
Resiliência
Degradar em vez de cair. Um sistema resiliente perde função e mantém operação, em vez de parar por inteiro.
Planejamento de capacidade
Saber quanto o sistema aguenta antes de precisar saber, e quanto custa cada degrau a mais.
Observabilidade
Conseguir responder a uma pergunta nova sobre o comportamento do sistema sem precisar fazer um deploy para instrumentar.
O crescimento deixa de ser um evento de risco.
Pico absorvido sem intervenção
A data no calendário deixa de exigir plantão.
Custo que cresce menos que o volume
A curva de infraestrutura descola da curva de transações.
Falha que degrada em vez de derrubar
Uma parte fora do ar deixa de significar sistema fora do ar.
Em produção nos clientes
Aguentar o crescimento se resolve antes dele chegar.
Conte quanto você espera crescer e mostramos o que precisa mudar.