Sistemas digitais para ecossistemas de saúde regulados
Plataformas de saúde interoperáveis, jornadas digitais centradas no paciente e IA responsável, para atender às exigências operacionais e regulatórias da saúde.
Engenharia de saúde onde os riscos são mais altos.
FHIR-native desde o início
A interoperabilidade de dados de saúde não é um problema técnico, é um problema de resultados para pacientes. A Sciensa constrói FHIR-native desde o início porque adaptar interoperabilidade depois custa mais do que a construção original. A digitalização na saúde pode criar US$ 1 trilhão em valor até 2030. (McKinsey Health Institute (2025))
IA responsável para ambientes clínicos
IA clínica exige um padrão de evidência diferente da IA corporativa. O framework de IA responsável da Sciensa inclui auditorias de equidade demográfica, quantificação de incerteza e protocolos obrigatórios de supervisão humana. (Accenture (2025))
Engenharia para a saúde
Da integração de EHR ao diagnóstico com IA, construído para ambientes de cuidado regulados.
Plataformas de Saúde Digital
Telemedicina, portais do paciente e jornadas de saúde digital construídas em padrões FHIR com conformidade LGPD e HIPAA no core.
- Plataformas de telemedicina
- Portais do paciente
- Conformidade FHIR
- Controles LGPD/HIPAA
Interoperabilidade & Troca de Dados
APIs HL7 FHIR, integração de EHR e plataformas de troca de informações de saúde conectando ambientes de cuidado em redes hospitalares.
- APIs HL7 FHIR
- Integração EHR (Epic, TASY)
- Plataformas HIE
- Sincronização em tempo real
Automação Operacional
Automação de fluxos clínicos, inteligência de agendamento, gestão de leitos e otimização de processos administrativos.
- Automação de fluxos clínicos
- Inteligência de agendamento
- Gestão de leitos
- Automação administrativa
Jornadas Digitais do Paciente
Experiências digitais personalizadas para pacientes, do agendamento e pré-consulta ao acompanhamento pós-alta e monitoramento remoto.
- Agendamento digital
- Instruções pré-consulta
- Acompanhamento pós-alta
- Monitoramento remoto
IA Responsável na Saúde
Suporte à decisão clínica, scoring preditivo de risco e diagnóstico com IA com auditabilidade completa e guardrails regulatórios.
- Suporte à decisão clínica
- Scoring preditivo de risco
- Diagnóstico com IA
- Teste de viés & equidade
Results in production.
Plataforma Unificada de Dados de Saúde
Plataforma FHIR-compliant conectando 200+ hospitais, sincronizando 50M+ prontuários com latência de consulta < 500ms.
Suporte à Decisão Clínica com IA
IA clínica implantada em 12 hospitais, melhorando a precisão diagnóstica em 85% e reduzindo o tempo de laudos em 60%.
Plataforma Digital do Beneficiário
Experiência digital completa, autorização, benefícios e telemedicina, aumentando a adoção digital em 70% em 12 meses.
AI clínica com compliance LGPD e HIPAA em cada camada.
Lumia AI traz document AI clínico, suporte à decisão diagnóstica, personalização da jornada do paciente e automação operacional para redes de saúde.
Módulos & capacidades
// FAQ
Perguntas frequentes.
FHIR (Fast Healthcare Interoperability Resources) é o padrão global para troca de dados clínicos via APIs. Ele permite que sistemas de prontuário, planos de saúde, hospitais e aplicativos compartilhem dados de pacientes de forma segura e padronizada.
IA clínica afeta diretamente a vida dos pacientes. IA responsável em saúde inclui: explicabilidade das decisões para médicos, testes de viés demográfico, supervisão humana obrigatória em diagnósticos e rastreabilidade de cada recomendação.
Health Information Exchange (HIE) são plataformas que permitem a troca segura de dados clínicos entre organizações de saúde independentes. Elas resolvem a fragmentação de dados, onde o histórico do paciente está espalhado em múltiplos sistemas sem visibilidade unificada.
A IA pode otimizar agendamento (reduzindo no-shows e ociosidade), gestão de leitos (prevendo altas e internações), triagem de pacientes e automação de documentação clínica, liberando profissionais de saúde para o cuidado direto.
Os principais são: LGPD (proteção de dados sensíveis de saúde), CFM (regulamentação de telemedicina), ANVISA (software como dispositivo médico) e padrões RNDS do Ministério da Saúde para interoperabilidade nacional.
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